- Materiais impressosR$ 380 mil68,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil3,5%
- PessoalR$ 5 mil0,9%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil0,9%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil0,5%
- Outras 13 categoriasR$ 144 mil25,9%
Fernando Pessoa (Fernando Portela Teles Pessoa) disputou 3 eleições entre 2018 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tuntum em 2024 e 2020; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MA: 47.343 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Tuntum/MA, declarou R$ 573 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil de outros recursos do partido, R$ 113 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 557 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 380 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil) e serviços advocatícios (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 136 mil em 2020 e R$ 355 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fernando Portela Teles Pessoa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fernando Pessoa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2018, e prefeito em Tuntum (MA) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 573 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil de outros recursos do partido, R$ 113 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 557 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 380 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil). Em 2020, R$ 136 mil em gastos; em 2018, R$ 355 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.