- Serviços de terceirosR$ 6 mil51,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil18,6%
- Outras 2 categoriasR$ 4 mil30,0%
Carlos Silva (Francisco Carlos Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para senador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para senador por CE, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil), serviços advocatícios (R$ 4 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 1 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.
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Carlos Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Iguatu (CE) em 2020, e senador por Ceará em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 4 mil). Em 2020, 100% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.