- Serviços advocatíciosR$ 130 mil45,1%
- Materiais impressosR$ 108 mil37,5%
- Locação de imóveisR$ 30 mil10,4%
- Serviços contábeisR$ 20 mil6,9%
Arnaldo Delmondes (Arnaldo Delmondes Oliveira) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PE: 5.342 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PE, declarou R$ 312 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 288 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 130 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil) e locação de imóveis (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 169 mil em 2020 e R$ 14 mil em 2018.
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A votação de Arnaldo Delmondes Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Arnaldo Delmondes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2018 e 2022, prefeito em Jaboatão dos Guararapes (PE) em 2020, e deputado estadual por Pernambuco em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 312 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 288 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 130 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil). Em 2022, 75% dos R$ 700 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 169 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.