- PessoalR$ 89 mil51,7%
- Materiais de expedienteR$ 19 mil10,9%
- Materiais impressosR$ 18 mil10,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 17 mil9,9%
- Outras 6 categoriasR$ 29 mil17,1%
Segundo o Radar do Voto, Márcio Cabeça (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 6.990 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márcio Cabeça (Márcio Melo Gomes) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Mongaguá em 2020; vice-prefeito de Mongaguá em 2016 e 2012; vereador de Mongaguá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Mongaguá/SP: 14.046 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 255 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com pessoal (R$ 89 mil), materiais de expediente (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 102 mil em 2020 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 18 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Márcio Melo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Márcio Cabeça declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Mongaguá (SP) em 2008, prefeito em Mongaguá (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 255 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com pessoal (R$ 89 mil) e materiais de expediente (R$ 19 mil); R$ 109 mil já foram pagos. Em 2020, 47% dos R$ 102 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2008, R$ 18 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.