Márcio Cabeça

Foto de Márcio Melo Gomes
Márcio Cabeça
Márcio Melo Gomes (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
48 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Comerciário
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · REPUBLICANOS · nº 10678
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Márcio Cabeça (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 6.990 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márcio Cabeça (Márcio Melo Gomes) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Mongaguá em 2020; vice-prefeito de Mongaguá em 2016 e 2012; vereador de Mongaguá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Mongaguá/SP: 14.046 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 255 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com pessoal (R$ 89 mil), materiais de expediente (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 102 mil em 2020 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 18 mil em 2008.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.990 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Márcio Melo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 264 mil em receitas · R$ 172 mil em gastos contratados

Márcio Cabeça declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Mongaguá (SP) em 2008, prefeito em Mongaguá (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 255 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com pessoal (R$ 89 mil) e materiais de expediente (R$ 19 mil); R$ 109 mil já foram pagos. Em 2020, 47% dos R$ 102 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2008, R$ 18 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 264 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 172 milcontratados, parcial; R$ 109 mil pagos
Gastos em 2020R$ 102 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32008, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 264 mil
doações de pessoas
FEFC 96% · Fundo Partidário 3% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 172 mil
pago até agora: R$ 109 mil (64%)
  • PessoalR$ 89 mil51,7%
  • Materiais de expedienteR$ 19 mil10,9%
  • Materiais impressosR$ 18 mil10,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 17 mil9,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 29 mil17,1%
2020Prefeito, Mongaguá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 136 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 41% · partido 22% · pessoas 37%
Gasto contratado
R$ 102 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 48 mil47,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil10,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil9,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 23 mil22,6%
2008Vereador, Mongaguá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 86% · empresas menos de 1% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil25,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4522,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1030,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 700,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 13 mil71,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892