Valter Suman

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Valter Suman
6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSB
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Dr. Válter Suman (Válter Suman) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Guarujá em 2020 e 2016; vereador de Guarujá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Guarujá/SP: 112.672 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Guarujá/SP, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 820 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 214 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 922 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 152 mil) e publicidade por adesivos (R$ 106 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 285 mil em 2016 e R$ 228 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

112.672 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições

A votação de Valter Suman em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 milhão em receitas · R$ 922 mil em gastos

Dr. Válter Suman declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Guarujá (SP) em 2008, deputado estadual por São Paulo em 2014, e prefeito em Guarujá (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 820 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 214 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 922 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 152 mil). Em 2016, R$ 285 mil em gastos contratados; em 2014, 63% dos R$ 228 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 922 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 285 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Guarujá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
38 doadores pessoas físicas
FEFC 79% · partido menos de 1% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 922 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil32,5%
  • Materiais impressosR$ 152 mil16,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 106 mil11,5%
  • Serviços contábeisR$ 101 mil11,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 31 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 22 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 263 mil28,5%
2016Prefeito, Guarujá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 289 mil
51 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 53% · partido 6% · pessoas 40% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 285 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 82 mil28,7%
  • PessoalR$ 68 mil23,7%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil10,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil6,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 88 mil30,8%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 204 mil
16 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 47% · empresas 33% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 228 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 144 mil63,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 42 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 15 mil6,7%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil2,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 21 mil9,1%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Guarujá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
46 doadores pessoas físicas
partido 10% · pessoas 34% · empresas menos de 1% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil44,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,9%
  • TelefoneR$ 1 mil4,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil4,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 11 mil38,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Valter Suman (Dr. Válter Suman): candidaturas e votos · Radar do Voto