Ana Célia Cabral de Farias

Foto de Ana Célia Cabral de Farias
Ana Célia Cabral de Farias
7 eleições entre 2000 e 2020 · PSB
61 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Ana Célia (Ana Célia Cabral de Farias) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeita, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Surubim em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Surubim/PE: 18.188 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Surubim/PE, declarou R$ 236 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 65 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil), militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 191 mil em 2016 e R$ 67 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

15.389 votos em 2020 (eleita) · 7 eleições

A votação de Ana Célia Cabral de Farias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 236 mil em receitas · R$ 232 mil em gastos

Ana Célia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Pernambuco em 2006, e prefeita em Surubim (PE) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 236 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 65 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 8 mil). Em 2016, R$ 191 mil em gastos contratados; em 2012, 41% dos R$ 67 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 236 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 232 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 191 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Surubim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 236 mil
15 doadores pessoas físicas
FEFC 13% · Fundo Partidário 55% · pessoas 27% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 232 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil3,3%
  • PessoalR$ 4 mil1,5%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 190 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 221 mil95,2%
2016Prefeita, Surubim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 191 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 29% · pessoas 50% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 191 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil15,7%
  • Materiais impressosR$ 10 mil5,0%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil3,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil1,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil0,7%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 139 mil73,1%
2012Prefeita, Surubim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 246 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 16% · pessoas 23% · empresas 61%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil7,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 180 lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil92,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeita, Surubim (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 183 mil
doações de pessoas
partido 60% · pessoas 1% · empresas 35% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 183 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil11,5%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil5,4%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil2,5%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 45 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 147 mil80,7%
2006Deputada estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil28,8%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil13,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil58,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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