Bruno Manoel Rezende

Foto de Bruno Manoel Rezende
Bruno Manoel Rezende
5 eleições entre 2010 e 2024 · último partido UNIÃO
44 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Bruno Mineiro (Bruno Manoel Rezende) disputou 5 eleições entre 2010 e 2024, para prefeito, deputado estadual e governador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tartarugalzinho em 2024 e 2020; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2014, para governador por AP: 30.135 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Tartarugalzinho/AP, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 197 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 178 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 135 mil em 2020 e R$ 100 mil em 2018.

Prefeito · 2024
6.733
votos · Tartarugalzinho, Amapá
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.733 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de Bruno Manoel Rezende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 211 mil em receitas · R$ 178 mil em gastos

Bruno Mineiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2018, governador por Amapá em 2014, e prefeito em Tartarugalzinho (AP) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 197 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 178 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Em 2020, R$ 135 mil em gastos; em 2018, 43% dos R$ 100 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 211 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 178 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 135 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Tartarugalzinho (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 211 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 178 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 49 mil27,5%
  • Materiais impressosR$ 44 mil24,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 40 mil22,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil16,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 17 mil9,5%
2020Prefeito, Tartarugalzinho (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 153 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · pessoas 6% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 135 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 22 mil16,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20 mil14,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 18 mil13,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil3,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 53 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 13 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 70 mil51,7%
2018Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 84% · pessoas 12% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 100 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 43 mil42,7%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil23,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 18 mil18,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil8,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil8,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 309 mil
20 doadores pessoas físicas
pessoas 17% · empresas 6% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 309 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 61 mil19,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 55 mil17,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil16,2%
  • Locação de imóveisR$ 48 mil15,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 96 mil31,0%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 25% · empresas 53% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil63,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4502,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil34,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2010, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Bruno Manoel Rezende (Bruno Mineiro): candidaturas e votos · Radar do Voto