Iris Aurélio Borges Dias

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Iris Aurélio Borges Dias
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Analista de Sistemas
redes informadas ao TSE
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Aurélio (Iris Aurélio Borges Dias) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cristianópolis em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cristianópolis/GO: 1.448 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cristianópolis/GO, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 83 mil.

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Evolução da votação nas eleições

973 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Iris Aurélio Borges Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 80 mil em receitas · R$ 77 mil em gastos

Aurélio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cristianópolis (GO) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2008, R$ 83 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 77 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 83 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Cristianópolis (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 50% · pessoas 31% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 77 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 12 mil16,1%
  • PessoalR$ 4 mil5,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil2,2%
  • Locação de imóveisR$ 5000,7%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 58 mil75,3%
2008Prefeito, Cristianópolis (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil36,0%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil18,1%
  • PessoalR$ 8 mil10,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil35,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Iris Aurélio Borges Dias (Aurélio): candidaturas e votos · Radar do Voto