Gilson Dias de Macedo Filho

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Gilson Dias de Macedo Filho
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PP
54 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Gilson Filho (Gilson Dias de Macedo Filho) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Caracol em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Caracol/PI: 3.866 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Caracol/PI, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 45 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.474 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Gilson Dias de Macedo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 44 mil em receitas · R$ 37 mil em gastos

Gilson Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Caracol (PI) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil). Em 2016, R$ 45 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 44 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 37 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 45 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Caracol (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 46% · pessoas 37% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 37 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil29,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil16,6%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil13,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil35,7%
2016Prefeito, Caracol (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
37 doadores pessoas físicas
pessoas 60% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 10 mil21,6%
  • Materiais impressosR$ 8 mil18,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil14,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil12,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 15 mil34,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Gilson Dias de Macedo Filho (Gilson Filho): candidaturas e votos · Radar do Voto