Gerlindo dos Santos Faria

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Gerlindo dos Santos Faria
6 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PDT
45 anos em 2024 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE
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Gerlindo Motoka (Gerlindo dos Santos Faria) disputou 6 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Italva em 2016 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Italva/RJ: 1.906 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Italva/RJ, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), locação de imóveis (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (41% com publicidade por adesivos) e R$ 1 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.906 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Gerlindo dos Santos Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 23 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos

Gerlindo Motoka declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Italva (RJ) em 2008 e 2016, e prefeito em Italva (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e locação de imóveis (R$ 4 mil). Em 2016, 41% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2008, 81% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2020R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Italva (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
FEFC 25% · pessoas 9% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil23,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil17,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil14,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil7,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil37,5%
2016Vereador, Italva (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 28% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil40,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil28,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 93120,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3507,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1473,2%
2008Vereador, Italva (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 99681,3%
  • Materiais impressosR$ 22918,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885