Jose Villeigagnon Rabelo Oliveira

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Jose Villeigagnon Rabelo Oliveira
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido MDB
58 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Doido Rabelo (José Villeigagnon Rabelo Oliveira) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Mãe do Rio em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Mãe do Rio/PA: 11.893 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Mãe do Rio/PA, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 43 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 125 mil.

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Evolução da votação nas eleições

10.625 votos em 2020 (eleito) · 2 eleições

A votação de Jose Villeigagnon Rabelo Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 91 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos

Doido Rabelo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Mãe do Rio (PA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 43 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2016, R$ 125 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 91 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 125 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Mãe do Rio (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 27% · pessoas 47% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 91 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil22,2%
  • Materiais impressosR$ 15 mil16,9%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil6,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 50 mil54,3%
2016Prefeito, Mãe do Rio (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 125 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 8 mil6,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 8 mil6,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,0%
  • Locação de imóveisR$ 7500,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil61,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885