Rafael Laske

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Rafael Laske
9 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PL
47 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
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Rafael Laske - Mamão (Rafael Laske) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Joaçaba em 2012 e 2008; vereador de Joaçaba em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SC: 17.497 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas e R$ 52 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 152 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 55 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 268 mil em 2020 (75% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 167 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

15.730 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de Rafael Laske em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 166 mil em receitas · R$ 152 mil em gastos

Rafael Laske - Mamão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Joaçaba (SC) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas e R$ 52 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 152 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 55 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil). Em 2020, 75% dos R$ 268 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, R$ 167 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 166 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 152 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 268 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · partido e outras campanhas 8% · pessoas 31%
Gasto contratado
R$ 152 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 55 mil36,1%
  • PessoalR$ 12 mil7,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil6,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil2,8%
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,1%
  • Outras 8 categoriasR$ 68 mil44,9%
2020Prefeito, Joaçaba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 269 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 268 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 18 mil6,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil3,0%
  • Outras 7 categoriasR$ 242 mil90,5%
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 12% · partido e outras campanhas 38% · pessoas 51%
Gasto contratado
R$ 167 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 38 mil22,9%
  • Materiais impressosR$ 25 mil15,0%
  • PessoalR$ 19 mil11,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil4,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil2,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 73 mil43,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Joaçaba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 266 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 7% · empresas 9% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil9,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil2,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 221 mil89,0%
2008Prefeito, Joaçaba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 89% · pessoas 9% · empresas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 168 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil3,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 230 doados a outros candidatos e partidosR$ 162 mil96,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Rafael Laske (Rafael Laske - Mamão): candidaturas e votos · Radar do Voto