- Serviços de terceirosR$ 15 mil18,8%
- Materiais impressosR$ 11 mil13,7%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil67,5%
João Elias (João Elias de Matos Neto) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Arês em 2016; vereador de Arês em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Arês/RN: 3.872 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Arês/RN, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com comícios (R$ 19 mil), serviços advocatícios (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 920 em 2012 (82% com publicidade por materiais impressos) e R$ 682 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Elias de Matos Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Elias declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Arês (RN) em 2008 e 2012, e prefeito em Arês (RN) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com comícios (R$ 19 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Em 2012, 82% dos R$ 920 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 66% dos R$ 682 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.