José Alves Feitosa Filho

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José Alves Feitosa Filho
2 eleições entre 2014 e 2020 · último partido PSB
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Feitosa (José Alves Feitosa Filho) disputou 2 eleições entre 2014 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PB: 4.630 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pombal/PB, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 28 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil), serviços advocatícios (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 25 mil.

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Evolução da votação nas eleições

481 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de José Alves Feitosa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos

Feitosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2014, e prefeito em Pombal (PB) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 28 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Em 2014, R$ 25 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 32 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Pombal (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
sem doações de pessoas
FEFC 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 32 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 16 mil50,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil14,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil11,5%
  • Serviços contábeisR$ 3 mil10,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil13,1%
2014Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 51% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil34,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil18,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil9,8%
  • Publicidade por telemarketingR$ 2 mil7,9%
  • Outras 10 categoriasR$ 7 mil29,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Alves Feitosa Filho (Feitosa): candidaturas e votos · Radar do Voto