- Serviços de terceirosR$ 163 mil13,7%
- Materiais impressosR$ 43 mil3,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 34 mil2,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil1,6%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 79 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 936 mil78,3%
Jean Paul Prates (Jean Paul Terra Prates) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para 1º suplente e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente em 2014. Em 2026, concorre a 1º suplente por RN pelo PDT. No Senado Federal, teve R$ 109,1 milhões empenhados em 58 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 93 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Natal/RN, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 800 de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 550 mil), serviços de terceiros (R$ 163 mil) e publicidade por carros de som (R$ 64 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jean Paul Terra Prates em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jean Paul Prates declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Natal (RN) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 800 de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 550 mil) e serviços de terceiros (R$ 163 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Jean Paul Prates teve R$ 109,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 58 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 93 municípios. Já foram pagos R$ 103,6 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Natal, São Gonçalo do Amarante e Mossoró.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 59 milhões | R$ 58,5 milhões | 99% | 13 | 70 |
| 2022 | R$ 17,9 milhões | R$ 17,2 milhões | 96% | 7 | 28 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 12,1 milhões | 75% | 20 | 15 |
| 2020 | R$ 15,1 milhões | R$ 12,9 milhões | 85% | 17 | 18 |
| Total | R$ 108,3 milhões | R$ 100,7 milhões | 93% | 57 | 93 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.