- Serviços de terceirosR$ 37 mil33,4%
- Materiais impressosR$ 13 mil11,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil0,9%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 11 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 59 mil54,1%
Jairo Carneiro (Jairo Santos Silva Carneiro) disputou 2 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RS: 17.148 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Gravataí/RS, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 138 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 10 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 37 mil), serviços contábeis (R$ 17 mil) e serviços advocatícios (R$ 13 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jairo Santos Silva Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jairo Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Gravataí (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 138 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 10 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 37 mil) e serviços contábeis (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.