Pelé (Edilson Cezar dos Santos) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Nova Maringá em 2016 e 2012; vereador de Nova Maringá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Nova Maringá/MT: 752 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Nova Maringá/MT, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 62 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil), serviços advocatícios (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.
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Evolução da votação nas eleições
752 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Edilson Cezar dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 91 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos
Pelé declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Nova Maringá (MT) em 2008, e prefeito em Nova Maringá (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 62 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil) e serviços advocatícios (R$ 16 mil). Em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 86 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 20% · pessoas 32% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 2 mil26,0%
Cessão ou locação de veículosR$ 5007,3%
Outras 1 categoriaR$ 5 mil66,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.