- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 315 mil15,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 285 mil14,3%
- Materiais impressosR$ 269 mil13,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 243 mil12,2%
- Outras 13 categoriasR$ 882 mil44,2%
Eduardo Amorim (REPUBLICANOS) teve 222.727 votos para senador por Sergipe em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Eduardo Amorim (Eduardo Alves do Amorim) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para senador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2010; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2010, para senador por SE: 625.959 votos. No Senado Federal, teve R$ 55,5 milhões empenhados em 46 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 62 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por SE, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 315 mil), militância e mobilização de rua (R$ 285 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 269 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2022 e R$ 4,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Alves do Amorim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Sergipe em 2006, senador por Sergipe em 2010, 2022 e 2026, e governador por Sergipe em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 315 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 285 mil); R$ 292 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 4,4 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Eduardo Amorim teve R$ 55,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 46 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 62 municípios. Já foram pagos R$ 49,5 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Itabaiana, Aracaju e Ilha das Flores.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 13,1 milhões | 85% | 10 | 11 |
| 2018 | R$ 13,8 milhões | R$ 12,4 milhões | 90% | 14 | 37 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,9 milhões | 96% | 12 | 40 |
| 2016 | R$ 13,4 milhões | R$ 11,5 milhões | 85% | 9 | 10 |
| Total | R$ 55,2 milhões | R$ 48,9 milhões | 89% | 45 | 62 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.