Engenheiro Valdemar Machado (Valdemar Machado Vieira) disputou 10 eleições entre 1994 e 2024, para vereador, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por PI: 2.183 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em UNIÃO/PI, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2018 (57% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 32 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
70 votos em 2024 · 10 eleições
A votação de Valdemar Machado Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 2 mil em gastos contratados
Engenheiro Valdemar Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeito em UNIÃO (PI) em 2020, e vereador em UNIÃO (PI) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Em 2024, 40% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços advocatícios; em 2018, 57% dos R$ 11 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes.
Gastos em 2024R$ 2 milcontratados
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 13% · pessoas 4% · empresas 83%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13312,8%
Materiais impressosR$ 757,2%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 696,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 535,1%
Outras 1 categoriainclui R$ 710 lançados como "diversas a especificar"R$ 71068,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE1.087GPI · 42 anos · Superior completo · Engenheiro · PSDB · nº 45613 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PSDB / PPB / PRTB / PSDC / PRP
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE1.745GPI · 38 anos · Superior completo · Engenheiro · PSDB · nº 45113 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PSDB
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE2.183GPI · 34 anos · Superior completo · Engenheiro · PSDB · nº 45113 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.