Marcelo Barreto da Silva

Foto de Marcelo Barreto da Silva
Marcelo Barreto da Silva
2 eleições entre 2020 e 2024 · último partido PRD
45 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Marcelo Barreto (Marcelo Barreto da Silva) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Tomé-Açu/PA, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 5 mil), serviços advocatícios (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil).

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Evolução da votação nas eleições

2.906 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Marcelo Barreto da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 43 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Marcelo Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Tomé-Açu (PA) em 2020 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Em 2020, 53% dos R$ 8 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil100,0%
2020Prefeito, Tomé-Açu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil52,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil47,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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