- Materiais impressosR$ 28 mil48,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil7,0%
- Outras 8 categoriasR$ 25 mil44,6%
Eduardo (Eduardo Fortes Milani) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Frederico Westphalen em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 17.734 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Frederico Westphalen/RS, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 21 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil, 50% com combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Fortes Milani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e prefeito em Frederico Westphalen (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 21 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil). Em 2006, 50% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.