Ivan Carlos de Andrade

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Ivan Carlos de Andrade
7 eleições entre 1996 e 2024 · PT
74 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Ivan (Ivan Carlos de Andrade) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tombos em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Tombos/MG: 2.742 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tombos/MG, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2016 e R$ 10 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.610 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Ivan Carlos de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 57 mil em receitas · R$ 56 mil em gastos

Ivan declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Tombos (MG) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 13 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 57 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 56 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Tombos (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
20 doadores pessoas físicas
FEFC 63% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 24% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 56 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 20 mil35,1%
  • Materiais impressosR$ 16 mil28,2%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil10,7%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil3,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 12 mil22,4%
2016Prefeito, Tombos (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 66% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,6%
  • Locação de imóveisR$ 8006,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5003,8%
  • Materiais impressosR$ 3922,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil68,7%
2008Prefeito, Tombos (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil33,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3023,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil63,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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