Christopher Belchior Goulart

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Christopher Belchior Goulart
7 eleições entre 2000 e 2022 · PDT
46 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Christopher Goulart (Christopher Belchior Goulart) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vereador e 1º suplente. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente em 2014. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Borja/RS: 8.205 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 168 mil em 2020 e R$ 81 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.128 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Christopher Belchior Goulart em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 105 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos

Christopher Goulart declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2022, vereador em Porto Alegre (RS) em 2012 e 2016, e prefeito em São Borja (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil). Em 2020, R$ 168 mil em gastos; em 2016, R$ 81 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 105 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 168 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 3% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 105 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil14,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 6 mil6,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil67,5%
2020Prefeito, São Borja (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 182 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 62% · Fundo Partidário 24% · partido 5% · pessoas 5% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 168 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 45 mil26,8%
  • PessoalR$ 35 mil20,6%
  • Locação de imóveisR$ 7 mil4,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil1,9%
  • Serviços de terceirosR$ 120menos de 0,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 78 mil46,4%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
41 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 47% · partido 1% · pessoas 34% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 27 mil34,0%
  • Materiais impressosR$ 14 mil17,0%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil7,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 972 lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil39,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 53% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 7% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil10,6%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 73 mil71,8%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 86% · partido e outras campanhas 14%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 26 mil45,1%
  • Materiais impressosR$ 21 mil36,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 432 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil19,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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