- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil14,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil12,1%
- Materiais impressosR$ 6 mil6,2%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil67,5%
Christopher Goulart (Christopher Belchior Goulart) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vereador e 1º suplente. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente em 2014. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Borja/RS: 8.205 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 168 mil em 2020 e R$ 81 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Christopher Belchior Goulart em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Christopher Goulart declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2022, vereador em Porto Alegre (RS) em 2012 e 2016, e prefeito em São Borja (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil). Em 2020, R$ 168 mil em gastos; em 2016, R$ 81 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.