Dr Edivaldo (Edivaldo Cassimiro Lins Filho) disputou 10 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rio Formoso/PE: 6.077 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Rio Formoso/PE, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 64 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil), serviços contábeis (R$ 15 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2018 (82% com militância e mobilização de rua) e R$ 107 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
4.677 votos em 2020 · 10 eleições
A votação de Edivaldo Cassimiro Lins Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 77 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos
Dr Edivaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Rio Formoso (PE) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 64 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil). Em 2018, 82% dos R$ 5 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 107 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 77 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 64 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 20% · pessoas 23% · empresas 50% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil28,8%
Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil9,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil6,3%
Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 7854,9%
Outras 2 categoriasR$ 8 mil50,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006—GPE · 50 anos · Superior completo · Médico · PC do B · nº 65140 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE2.343GPE · 46 anos · Superior completo · Medico · PSB · nº 40110 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PRTB / PT do B / PRP
Vereador · 2000SUPLENTE422LRecife, Pernambuco · 44 anos · Superior completo · Médico · PSL · nº 17110 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE2.668GPE · 42 anos · Superior completo · Médico · PFL · nº 25110 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.