Bailon (Bailon Nunes da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Posse em 2004. Na campanha de 2020 para prefeito em Posse/GO, declarou R$ 289 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 276 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 120 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 31 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.286 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Bailon Nunes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 289 mil em receitas · R$ 276 mil em gastos
Bailon declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Posse (GO) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 289 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 276 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 120 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil).
Receitas em 2020R$ 289 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 276 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 120 mil43,5%
Materiais impressosR$ 31 mil11,2%
Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil11,1%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 20 mil7,2%
Outras 10 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil27,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LPosse, Goiás · 59 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PPB · nº 111 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSDB / PPB / PSD / PL / PTB / PSB / PSDC / PC do B / PST / PDT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.