Edison Magno de Macedo

Foto de Edison Magno de Macedo
Edison Magno de Macedo
2 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PODE
72 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Edison Macedo (Edison Magno de Macedo) disputou 2 eleições entre 2010 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 4.215 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Uberlândia/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 885 de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 729) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 23). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29 mil, 43% com materiais de expediente.

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Evolução da votação nas eleições

290 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Edison Magno de Macedo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Edison Macedo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2010, e vereador em Uberlândia (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 885 de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 729). Em 2010, 43% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com materiais de expediente.

Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 29 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 2 mil75,0%
  • Materiais impressosR$ 72924,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 230,7%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
49 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 25% · empresas 1% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais de expedienteR$ 12 mil42,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil13,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil6,5%
  • PessoalR$ 2 mil6,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil31,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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