Paulinho Sobral

Foto de Paulo Mendes Sobral
Paulinho Sobral
Paulo Mendes Sobral (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2026 · último partido DC
63 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Gerente
Candidato a Deputado Federal · São Paulo · Eleições 2026 · DC · nº 2739
Indeferido

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal por São Paulo, Paulinho Sobral (DC) teve 8 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida). Esses votos não entram nos votos válidos. Paulinho Sobral (Paulo Mendes Sobral) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SP: 10.224 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 500 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 100).

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Evolução da votação nas eleições

8 votos em 2026 (anulados) · 6 eleições

A votação de Paulo Mendes Sobral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Paulinho Sobral declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 500 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 100).

Gastos em 2006R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 80% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil48,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1000,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 12 mil51,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892