Deputado Federal por São Paulo · 1º turno
99,99% das urnas de São Paulo apuradas às 22h22 (TSE)
276 votos (<0,01% dos válidos)
850º lugar até agora, entre 1.045 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Dr Nivaldo Luis Rodrigues (Nivaldo Luis Rodrigues) disputou 7 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Nova Odessa em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 5.261 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pela DC. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 291 do Fundo Partidário, R$ 70 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 30 mil), serviços de terceiros (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (68% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 2 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nivaldo Luis Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Nivaldo Luis Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Nova Odessa (SP) em 2008 e 2012, deputado estadual por São Paulo em 2018, e prefeito em Nova Odessa (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 291 do Fundo Partidário, R$ 70 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 30 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Em 2020, 64% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 68% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.