- Serviços de terceirosR$ 3 milhões49,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2,5 milhões40,7%
- Materiais impressosR$ 256 mil4,2%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 108 mil1,8%
- Outras 9 categoriasR$ 203 mil3,4%
Simone Tebet (PSB) teve 8.342.968 votos para senadora por São Paulo em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Simone Tebet (Simone Nassar Tebet) disputou 7 eleições entre 2002 e 2026, para senadora, presidente, vice-governadora, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 5 vezes: senadora em 2014; vice-governadora em 2010; prefeita de Três Lagoas em 2008 e 2004; deputada estadual em 2002. A maior votação foi em 2026, para senadora por SP: 8.342.968 votos. No Senado Federal, teve R$ 159,9 milhões empenhados em 85 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 76 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senadora por SP, declarou R$ 6,9 milhões em receitas: R$ 6,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas e R$ 283 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 milhões), impulsionamento de conteúdos (R$ 2,5 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 256 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38,4 milhões em 2022 (46% com serviços de terceiros) e R$ 3,2 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Simone Nassar Tebet em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Simone Tebet declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Três Lagoas (MS) em 2008, senadora por Mato Grosso do Sul em 2014, presidente em 2022, e senadora por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6,9 milhões em receitas: R$ 6,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas e R$ 283 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 milhões) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2,5 milhões); R$ 6 milhões já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 38,4 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 3,2 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Simone Tebet teve R$ 159,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 85 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 76 municípios. Já foram pagos R$ 148,7 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Campo Grande, Três Lagoas e Coronel Sapucaia. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 105,2 milhões em 47 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,6 milhões em 38 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 55,7 milhões | R$ 54 milhões | 97% | 25 | 10 |
| 2022 | R$ 17,4 milhões | R$ 17,4 milhões | 99% | 9 | 19 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 15,6 milhões | 97% | 5 | 16 |
| 2020 | R$ 15,8 milhões | R$ 14,7 milhões | 93% | 8 | 29 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 105,1 milhões | R$ 101,8 milhões | 97% | 47 | 57 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.