- PessoalR$ 82 mil92,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil3,4%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil2,6%
- ÁguaR$ 1 mil1,4%
- Outras 1 categoriaR$ 1menos de 0,1%
Deputado Estadual por São Paulo · 1º turno
99,89% das urnas de São Paulo apuradas às 21h22 (TSE)
1.384 votos (<0,01% dos válidos)
673º lugar até agora, entre 1.346 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Dedé da Folha (Edinaldo de Menezes) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Ribeirão Pires em 2008; vereador de Ribeirão Pires em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Ribeirão Pires/SP: 15.385 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo CIDADANIA. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 110 mil em 2016 (60% com pessoal) e R$ 57 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edinaldo de Menezes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dedé da Folha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ribeirão Pires (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil); R$ 53 mil já foram pagos. Em 2016, 60% dos R$ 110 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 50% dos R$ 57 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.