- PessoalR$ 881 mil55,4%
- Correspondências e despesas postaisR$ 336 mil21,1%
- Serviços advocatíciosR$ 150 mil9,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 74 mil4,6%
- Outras 8 categoriasR$ 151 mil9,5%
Geraldo Rufino (PODE) teve 386.468 votos para senador por São Paulo em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Geraldo Rufino (Geraldo Aristides Rufino) disputou 2 eleições entre 2018 e 2026, para senador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para senador por SP: 386.468 votos. Na campanha de 2026 para senador por SP, declarou R$ 6,5 milhões em receitas: R$ 6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 470 mil do Fundo Partidário e R$ 75 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 881 mil), correspondências e despesas postais (R$ 336 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 206 mil, 53% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Geraldo Aristides Rufino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Geraldo Rufino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2018, e senador por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6,5 milhões em receitas: R$ 6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 470 mil do Fundo Partidário e R$ 75 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 881 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 336 mil); R$ 827 mil já foram pagos. Em 2018, 53% dos R$ 206 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.