- Materiais impressosR$ 159 mil26,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 140 mil23,4%
- PessoalR$ 70 mil11,8%
- Correspondências e despesas postaisR$ 60 mil10,0%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 62 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 169 mil28,2%
Deputado Estadual por São Paulo · 1º turno
99,99% das urnas de São Paulo apuradas às 22h12 (TSE)
66.112 votos (0,28% dos válidos)
97º lugar até agora, entre 1.346 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Marcello Barbosa (Marcelo Barbosa da Silva) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Itaquaquecetuba/SP, com 106 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo REPUBLICANOS. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 678 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário, R$ 59 mil de outras campanhas, R$ 118 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 597 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 159 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 140 mil) e pessoal (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 42% com transporte ou deslocamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Barbosa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcello Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itaquaquecetuba (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 678 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário, R$ 59 mil de outras campanhas, R$ 118 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 597 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 159 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 140 mil); R$ 277 mil já foram pagos. Em 2008, 42% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com transporte ou deslocamento. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.