José Ricardo Alvarenga Tripoli

Foto de José Ricardo Alvarenga Tripoli
José Ricardo Alvarenga Tripoli
11 eleições entre 1986 e 2026 · último partido PSD
74 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Apuração ao vivo

Deputado Estadual por São Paulo · 1º turno

99,98% das urnas de São Paulo apuradas às 21h48 (TSE)

25.117 votos (0,11% dos válidos)

200º lugar até agora, entre 1.346 candidatos

Ver a disputa completa ›

Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.

Tripoli (José Ricardo Alvarenga Tripoli) disputou 10 eleições entre 1986 e 2022, para deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; deputado estadual em 2002, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2018, para senador por SP: 3.154.058 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo PSD. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 50,7 milhões empenhados em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 61 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 745 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 157 mil de outros recursos do partido, R$ 226 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 495 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 155 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,6 milhão em 2022 e R$ 2,4 milhões em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

50.014 votos em 2022 · 11 eleições · 2026 em disputa

A votação de José Ricardo Alvarenga Tripoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 745 mil em receitas · R$ 495 mil em gastos contratados

Tripoli declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2022, senador por São Paulo em 2018, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 745 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 157 mil de outros recursos do partido, R$ 226 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 495 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 155 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil); R$ 432 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,6 milhão em gastos; em 2018, 64% dos R$ 2,4 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 745 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 495 milcontratados, parcial; R$ 432 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 745 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 47% · partido 21% · pessoas 30% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 495 mil
pago até agora: R$ 432 mil (87%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 155 mil31,4%
  • Materiais impressosR$ 109 mil21,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil10,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil6,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 147 mil29,8%
2022Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
27 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · pessoas 20% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 640 mil39,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 473 mil28,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 245 mil14,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 152 mil9,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 129 mil7,9%
2018Senador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,4 milhões
3 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,5 milhão64,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 275 mil11,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 222 mil9,4%
  • Materiais impressosR$ 192 mil8,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 161 mil6,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · pessoas menos de 1% · empresas 49% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 582 mil33,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 548 mil31,7%
  • Serviços de terceirosR$ 411 mil23,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 47 mil2,7%
  • Outras 13 categoriasR$ 140 mil8,1%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 4% · empresas 71% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 640 mil38,0%
  • Serviços de terceirosR$ 574 mil34,0%
  • Despesas postaisR$ 158 mil9,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 124 mil7,3%
  • Outras 13 categoriasR$ 191 mil11,3%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 912 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 15% · empresas 82% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 912 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 314 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 251 mil27,5%
  • Serviços de terceirosR$ 127 mil14,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 65 mil7,2%
  • Outras 15 categoriasR$ 154 mil16,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 50,7 milhões empenhados · 92% pago · 48 emendas em 61 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Tripoli teve R$ 50,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 61 municípios. Já foram pagos R$ 46,8 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (71%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Jundiaí e Salto.2

EmpenhadoR$ 50,7 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 46,8 milhões92% do empenhado, com restos a pagar
Emendas48individuais
Municípios61diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 12,7 milhõesR$ 12,7 milhões100%30
2018R$ 14,3 milhõesR$ 12,2 milhões85%626
2017R$ 12,5 milhõesR$ 10,8 milhões86%2112
2016R$ 11,1 milhõesR$ 10,8 milhões97%1840
TotalR$ 50,7 milhõesR$ 46,5 milhões92%4861

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 35,8 milhões70,6%
  2. 2UrbanismoR$ 12,7 milhões25,1%
  3. 3Gestão AmbientalR$ 1,3 milhão2,5%

Municípios que mais receberam

  1. 1São PauloR$ 9,3 milhões18,3%
  2. 2JundiaíR$ 1,6 milhão3,1%
  3. 3SaltoR$ 1,5 milhão2,9%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892