- Materiais impressosR$ 572 mil29,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 496 mil25,5%
- Serviços de terceirosR$ 370 mil19,0%
- Publicidade por adesivosR$ 205 mil10,5%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 37 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 302 mil15,5%
Deputada Federal por São Paulo · 1º turno
99,99% das urnas de São Paulo apuradas às 22h12 (TSE)
583.048 votos (2,46% dos válidos)
3º lugar até agora, entre 1.045 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Sâmia Bomfim (Sâmia de Souza Bomfim) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2022 e 2018; vereadora de São Paulo em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por SP: 249.887 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por SP pelo PSOL. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 153,6 milhões empenhados em 132 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 154 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 216 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 163 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 572 mil), militância e mobilização de rua (R$ 496 mil) e serviços de terceiros (R$ 370 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2022 e R$ 415 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sâmia de Souza Bomfim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sâmia Bomfim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2016, e deputada federal por São Paulo em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 216 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 163 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 572 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 496 mil); R$ 642 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2 milhões em gastos; em 2018, 40% dos R$ 415 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Sâmia Bomfim teve R$ 153,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 132 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 154 municípios. Já foram pagos R$ 134,4 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (47%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Presidente Prudente e Campinas. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 82,6 milhões em 54 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 71 milhões em 78 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 10,5 milhões | R$ 5,1 milhões | 49% | 10 | 20 |
| 2025 | R$ 35,5 milhões | R$ 30,5 milhões | 86% | 21 | 85 |
| 2024 | R$ 34,8 milhões | R$ 29,3 milhões | 84% | 23 | 71 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 80,8 milhões | R$ 64,9 milhões | 80% | 54 | 125 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.