- Militância e mobilização de ruaR$ 963 mil31,1%
- PessoalR$ 800 mil25,9%
- Materiais impressosR$ 495 mil16,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 400 mil12,9%
- Outras 14 categoriasR$ 433 mil14,0%
Deputado Federal por São Paulo · 1º turno
99,99% das urnas de São Paulo apuradas às 22h12 (TSE)
181.686 votos (0,77% dos válidos)
23º lugar até agora, entre 1.045 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Guilherme Piai (Guilherme Piai Silva Filizzola) disputou 4 eleições entre 2008 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 63.190 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo REPUBLICANOS. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 995 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 1,5 milhão de doações privadas (139 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 963 mil), pessoal (R$ 800 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 495 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 859 mil em 2022 e R$ 180 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Guilherme Piai Silva Filizzola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guilherme Piai declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Presidente Prudente (SP) em 2008, deputado estadual por São Paulo em 2018, prefeito em Presidente Prudente (SP) em 2020, e deputado federal por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 995 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 1,5 milhão de doações privadas (139 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 963 mil) e pessoal (R$ 800 mil); R$ 2,1 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 859 mil em gastos; em 2020, R$ 180 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.