- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 175 mil38,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 151 mil33,5%
- Serviços advocatíciosR$ 80 mil17,7%
- Serviços contábeisR$ 35 mil7,8%
- Outras 3 categoriasR$ 10 mil2,2%
Deputado Estadual por São Paulo · 1º turno
99,83% das urnas de São Paulo apuradas às 21h15 (TSE)
43.535 votos (0,19% dos válidos)
145º lugar até agora, entre 1.346 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Filipe Sabará (Filipe Tomazelli Sabara) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeito em São Paulo/SP. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo PL. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 654 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 137 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 451 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 175 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 151 mil) e serviços advocatícios (R$ 80 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 231 mil, 67% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Filipe Sabará declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São Paulo (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 654 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 137 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 451 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 175 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 151 mil); R$ 354 mil já foram pagos. Em 2020, 67% dos R$ 231 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.