- Materiais impressosR$ 195 mil36,3%
- PessoalR$ 113 mil21,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 102 mil19,0%
- Publicidade por adesivosR$ 34 mil6,3%
- Outras 9 categoriasR$ 93 mil17,4%
Segundo o Radar do Voto, Rosângela Santos (PT) ficou como suplente de deputada estadual por São Paulo em 2026, com 42.521 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rosângela Santos (Rosângela Silva dos Santos) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual, prefeita, deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Embu em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeita em Embu/SP: 52.353 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 591 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 93 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 195 mil), pessoal (R$ 113 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 102 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão em 2024 e R$ 1,4 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosangela Silva dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosângela Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Embu (SP) em 2016, prefeita em Embu (SP) em 2020 e 2024, deputada federal por São Paulo em 2022, e deputada estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 591 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 93 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 195 mil) e pessoal (R$ 113 mil); R$ 434 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,8 milhão em gastos contratados; em 2022, R$ 1,4 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.