- Materiais impressosR$ 362 mil53,0%
- Serviços advocatíciosR$ 60 mil8,8%
- Serviços contábeisR$ 60 mil8,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 60 mil8,7%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 142 mil20,8%
Deputada Estadual por São Paulo · 1º turno
99,83% das urnas de São Paulo apuradas às 21h15 (TSE)
70.725 votos (0,30% dos válidos)
88º lugar até agora, entre 1.346 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Ana Perugini (Ana Lúcia Lippaus Perugini) disputou 6 eleições entre 2004 e 2022, para deputada estadual, deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: deputada estadual em 2022, 2010 e 2006; deputada federal em 2014; vereadora de Hortolândia em 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por SP: 121.681 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por SP pelo PT. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,7 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 56 municípios; 97% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 58,2 milhões em 213 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 96 municípios; 66% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 821 mil em receitas: R$ 626 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 684 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 362 mil), serviços advocatícios (R$ 60 mil) e serviços contábeis (R$ 60 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 590 mil em 2022 e R$ 1 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Lucia Lippaus Perugini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ana Perugini declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2022 e 2026, e deputada federal por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 821 mil em receitas: R$ 626 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 684 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 362 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil); R$ 586 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 590 mil em gastos; em 2018, 65% dos R$ 1 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Ana Perugini teve R$ 55,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 53,7 milhões (97%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Cordeirópolis, Hortolândia e Cosmópolis.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,2 milhões | R$ 14,8 milhões | 97% | 24 | 6 |
| 2018 | R$ 14,4 milhões | R$ 13 milhões | 90% | 7 | 9 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 12,4 milhões | 99% | 4 | 13 |
| 2016 | R$ 13,5 milhões | R$ 13,2 milhões | 98% | 6 | 46 |
| Total | R$ 55,6 milhões | R$ 53,4 milhões | 96% | 41 | 56 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Ana Perugini indicou R$ 58,2 milhões em 213 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 96 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 66% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Hortolândia, Monte Mor e Campinas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 18,2 milhões | R$ 8,9 milhões | 49% | 70 | 52 |
| 2025 | R$ 19,1 milhões | R$ 14,1 milhões | 74% | 76 | 54 |
| 2024 | R$ 15,4 milhões | R$ 10,9 milhões | 71% | 50 | 41 |
| 2023 | R$ 5,5 milhões | R$ 4,3 milhões | 78% | 17 | 16 |
| Total | R$ 58,2 milhões | R$ 38,3 milhões | 66% | 213 | 96 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.