- Impulsionamento de conteúdosR$ 600 mil44,3%
- PessoalR$ 299 mil22,1%
- Serviços advocatíciosR$ 120 mil8,9%
- Materiais impressosR$ 120 mil8,8%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 17 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 215 mil15,9%
Deputado Federal por São Paulo · 1º turno
99,99% das urnas de São Paulo apuradas às 22h22 (TSE)
26.694 votos (0,11% dos válidos)
150º lugar até agora, entre 1.045 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Adrilles Jorge (Adrilles Reis Jorge) disputou 2 eleições entre 2022 e 2024, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Paulo em 2024. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 91.485 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo UNIÃO. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 357 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 600 mil), pessoal (R$ 299 mil) e serviços advocatícios (R$ 120 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 607 mil em 2024 e R$ 1,6 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adrilles Reis Jorge em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adrilles Jorge declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2022 e 2026, e vereador em São Paulo (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 357 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 600 mil) e pessoal (R$ 299 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 607 mil em gastos; em 2022, 66% dos R$ 1,6 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.