- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil51,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil48,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Deputado Federal por São Paulo · 1º turno
99,84% das urnas de São Paulo apuradas às 21h17 (TSE)
4.094 votos (0,02% dos válidos)
365º lugar até agora, entre 1.045 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Marcos Cintra (Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque) disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para vice-presidente, vereador, deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Paulo em 2008; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 132.266 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo NOVO. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 576 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 276 mil do Fundo Partidário e R$ 150 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 1). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 241 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos Cintra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 576 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 276 mil do Fundo Partidário e R$ 150 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil); R$ 10 mil já foram pagos. Em 2008, R$ 241 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.