- Materiais impressosR$ 657 mil21,8%
- PessoalR$ 627 mil20,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 500 mil16,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 239 mil7,9%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 195 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 993 mil32,9%
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Coronel Fernanda (PL) foi eleita deputada federal pelo Mato Grosso em 2026, com 205.064 votos, pelo resultado oficial do TSE. Coronel Fernanda (Rubia Fernanda Diniz Robson Santos de Siqueira) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal e senadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2026 e 2022. A maior votação foi em 2018, para senadora por MT: 293.362 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 107,6 milhões empenhados em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 58 municípios; 80% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por MT, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 42 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 657 mil), pessoal (R$ 627 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 500 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 2,1 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rubia Fernanda Diniz Robson Santos de Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Fernanda declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Mato Grosso em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 42 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 657 mil) e pessoal (R$ 627 mil); R$ 2,3 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 2,1 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Coronel Fernanda teve R$ 107,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 58 municípios. Já foram pagos R$ 85,6 milhões (80%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (82%). As cidades que mais receberam foram Cuiabá, Chapada dos Guimarães e Sinop.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,7 milhões | R$ 12,6 milhões | 39% | 6 | 19 |
| 2025 | R$ 37,3 milhões | R$ 35,3 milhões | 95% | 6 | 14 |
| 2024 | R$ 37,7 milhões | R$ 37,7 milhões | 100% | 5 | 36 |
| Total | R$ 107,6 milhões | R$ 85,6 milhões | 80% | 17 | 58 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto