- Materiais impressosR$ 96 mil50,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 24 mil12,9%
- Publicidade por adesivosR$ 17 mil9,3%
- PessoalR$ 15 mil7,7%
- Outras 9 categoriasR$ 36 mil19,2%
Segundo o Radar do Voto, Evandro Araujo (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Paraná em 2026, com 30.447 votos, pelo resultado oficial do TSE. Evandro Araujo (Evandro José da Cruz Araújo) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; vice-prefeito de Marialva em 2008; vereador de Marialva em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PR: 64.767 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PR, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 119 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 189 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 24 mil) e publicidade por adesivos (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 167 mil em 2022 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 92 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Evandro Jose da Cruz Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Evandro Araujo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 119 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 189 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 24 mil); R$ 177 mil já foram pagos. Em 2022, 50% dos R$ 167 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 92 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.