- Serviços de terceirosR$ 175 mil49,2%
- Materiais impressosR$ 51 mil14,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 44 mil12,3%
- Publicidade por adesivosR$ 26 mil7,4%
- Outras 9 categoriasR$ 59 mil16,7%

Wiviane Paiva (Wiviane Eugênia Paiva) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por PB, com 7.967 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, foi candidata a deputada estadual por PB pelo PSB (situação do registro nos dados do TSE: renúncia). Na campanha de 2018 para deputada estadual por PB, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 42 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 356 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 175 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 44 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wiviane Eugênia Paiva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wiviane Paiva declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Paraíba em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 42 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 356 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 175 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.