- Materiais impressosR$ 490 mil50,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 197 mil20,4%
- Serviços de terceirosR$ 111 mil11,5%
- Locação de imóveisR$ 70 mil7,3%
- Outras 6 categoriasR$ 97 mil10,0%

Segundo o Radar do Voto, Talita Oliveira (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal pela Bahia em 2026, com 5.168 votos, pelo resultado oficial do TSE. Talita Oliveira (Talita Santos de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: deputada estadual em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por BA: 33.455 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 108 mil do Fundo Partidário, R$ 300 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 964 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 490 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 197 mil) e serviços de terceiros (R$ 111 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2022 (67% com publicidade por materiais impressos) e R$ 14 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Talita Santos de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Talita Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Salvador (BA) em 2016, deputada estadual por Bahia em 2018, e deputada federal por Bahia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 108 mil do Fundo Partidário, R$ 300 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 964 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 490 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 197 mil); R$ 898 mil já foram pagos. Em 2022, 67% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 14 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.