Maria Gedalha

Foto de Maria Gedalha de Lima Chagas
Maria Gedalha
Maria Gedalha de Lima Chagas (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · PSL
55 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Maria Gedalha (Maria Gedalha de Lima Chagas) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por PI: 292 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PI, declarou R$ 564 em receitas: R$ 114 de outras campanhas e R$ 450 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 437, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 437). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 72% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

292 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Maria Gedalha de Lima Chagas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 564 em receitas · R$ 437 em gastos

Maria Gedalha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Teresina (PI) em 2016, e deputada estadual por Piauí em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 564 em receitas: R$ 114 de outras campanhas e R$ 450 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 437, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 437). Em 2016, 72% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 564campanha encerrada
Gastos em 2018R$ 437campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 564
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 437
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 437100,0%
2016Vereadora, Teresina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 790
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil72,5%
  • Materiais impressosR$ 38027,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892