Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Peixoto (Luiz Carlos Pinheiro Peixoto) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por MA, com 416 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MA, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 20 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos
Peixoto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Maranhão em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil).
Receitas em 2018R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 87% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
PessoalR$ 10 mil60,6%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil13,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil8,8%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 1 mil5,9%
Outras 4 categoriasinclui R$ 7 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil11,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.