- Serviços de terceirosR$ 13 mil63,7%
- Materiais impressosR$ 6 mil28,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil6,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2201,1%
- Outras 1 categoriaR$ 18menos de 0,1%

Professor Edmilson (Jose Edmilson de Souza) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por AL, com 2.257 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AL, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 238 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil).
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Professor Edmilson declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Alagoas em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 238 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.