Charlles

Foto de Carlos Eduardo dos Santos
Charlles
Carlos Eduardo dos Santos (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2026 · último partido MOBILIZA
65 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados
Candidato a Deputado Estadual · Bahia · Eleições 2026 · MOBILIZA · nº 33027
Indeferido
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Charlles (Carlos Eduardo dos Santos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por BA: 321 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por BA pelo MOBILIZA (situação do registro nos dados do TSE: indeferido). Na campanha de 2016 para vereador em Salvador/BA, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 50 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 614), publicidade por adesivos (R$ 224) e serviços de terceiros (R$ 219).

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Evolução da votação nas eleições

321 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Carlos Eduardo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Charlles declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Salvador (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 50 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 614) e publicidade por adesivos (R$ 224).

Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 61446,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 22417,0%
  • Serviços de terceirosR$ 21916,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20015,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 634,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892