54 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Robson Monteiro (Robson Gonçalves Monteiro) disputou 7 eleições entre 2006 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por CE: 1.160 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por CE, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (43% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 8 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
489 votos em 2018 · 7 eleições
A votação de Robson Gonçalves Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Robson Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010, 2014 e 2018, e vereador em Fortaleza (CE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Em 2016, 43% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2014, 56% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2018R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO481LFortaleza, Ceará · 48 anos · Ensino médio completo · Representante Comercial · PSC · nº 20002 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2010—GCE · 46 anos · Ensino médio completo · Representante Comercial · PSOL · nº 50123 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.