Roberto Britto

Foto de Roberto Pereira de Britto
Roberto Britto
Roberto Pereira de Britto (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2018 · PP
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Roberto Britto (Roberto Pereira de Britto) disputou 4 eleições entre 2006 e 2018, para deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 110.822 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 49,9 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 56 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado estadual por BA, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 704 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 225 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 e R$ 409 mil em 2010.

4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

38.939 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Roberto Pereira de Britto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos

Roberto Britto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010 e 2014, e deputado estadual por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 704 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 225 mil). Em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 409 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 704 mil70,4%
  • Materiais impressosR$ 225 mil22,5%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil2,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15 mil1,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 31 mil3,1%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · empresas 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 328 mil30,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 208 mil19,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 149 mil13,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 137 mil12,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 80 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 262 mil24,2%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 409 mil
16 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · partido 12% · pessoas 8% · empresas 50% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 409 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 105 mil25,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 79 mil19,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 39 mil9,4%
  • PessoalR$ 29 mil7,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 157 mil38,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 249 mil
56 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 75% · empresas 6% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 63 mil25,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58 mil23,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 52 mil20,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 34 mil13,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 43 mil17,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 49,9 milhões empenhados · 90% pago · 41 emendas em 56 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Roberto Britto teve R$ 49,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 44,8 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Coronel João Sá, Araci e Candeias.2

EmpenhadoR$ 49,9 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 44,8 milhões90% do empenhado, com restos a pagar
Emendas41individuais
Municípios56diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 13,1 milhõesR$ 13 milhões99%1719
2018R$ 12,8 milhõesR$ 10,8 milhões84%510
2017R$ 11,5 milhõesR$ 10,1 milhões88%715
2016R$ 12,3 milhõesR$ 10,9 milhões89%1121
TotalR$ 49,8 milhõesR$ 44,9 milhões90%4056

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 24,3 milhões48,6%
  2. 2UrbanismoR$ 21,4 milhões42,9%
  3. 3Assistência SocialR$ 1,6 milhão3,2%

Municípios que mais receberam

  1. 1Coronel João SáR$ 3,1 milhões6,2%
  2. 2AraciR$ 2,4 milhões4,9%
  3. 3CandeiasR$ 2 milhões4,0%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892