Roberto Britto (Roberto Pereira de Britto) disputou 4 eleições entre 2006 e 2018, para deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 110.822 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 49,9 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 56 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado estadual por BA, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 704 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 225 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 e R$ 409 mil em 2010.
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
38.939 votos em 2018 · 4 eleições
A votação de Roberto Pereira de Britto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos
Roberto Britto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010 e 2014, e deputado estadual por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 704 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 225 mil). Em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 409 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 1% · pessoas 75% · empresas 6% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 63 mil25,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 58 mil23,3%
Locação/cessão de bens móveisR$ 52 mil20,8%
Publicidade por carros de somR$ 34 mil13,6%
Outras 10 categoriasR$ 43 mil17,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 49,9 milhões empenhados · 90% pago · 41 emendas em 56 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Roberto Britto teve R$ 49,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 44,8 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Coronel João Sá, Araci e Candeias.2
EmpenhadoR$ 49,9 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 44,8 milhões90% do empenhado, com restos a pagar
Emendas41individuais
Municípios56diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 13,1 milhões
R$ 13 milhões
99%
17
19
2018
R$ 12,8 milhões
R$ 10,8 milhões
84%
5
10
2017
R$ 11,5 milhões
R$ 10,1 milhões
88%
7
15
2016
R$ 12,3 milhões
R$ 10,9 milhões
89%
11
21
Total
R$ 49,8 milhões
R$ 44,9 milhões
90%
40
56
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 24,3 milhões48,6%
2UrbanismoR$ 21,4 milhões42,9%
3Assistência SocialR$ 1,6 milhão3,2%
Municípios que mais receberam
1Coronel João SáR$ 3,1 milhões6,2%
2AraciR$ 2,4 milhões4,9%
3CandeiasR$ 2 milhões4,0%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
4 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE38.939GBA · 67 anos · Parda · Superior completo · Deputado · PP · nº 11234 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.